REGRESSO
Fui um bocado negligente com o meu blog estes últimos dias, mas precisava de uma "folga" do mundo virtual. A semana passada fui surpreendida por um súbito desmaio (coisa que nunca me tinha acontecido) e achei por bem abrandar o ritmo de algumas coisas que andava a fazer menos bem, entre elas as horas que passava em frente ao PC. Tirando isto, não há grande coisa a acrescentar sobre estes dias que passei sem actualizar o meu "espaço".
O meu "precalço" fez-me pensar que somos mesmo seres sem qualquer dominio sobre a nossa sáude fisíca, um momento estamos de pé e felizes da vida, noutro estamos no chão a abrir os olhos e a pensar o que raio nos terá acontecido! Percebi também (apesar de já desconfiar) que o amor de MÃE é uma coisa incrível, tão incrível ao ponto de provocar uma reacção também de desmaio na minha progenitora ao ver-me estendida no meio do quarto sem poder fazer nada para evitar! A situação assim contada até parece caricata, agora até já me rio dela, mas na altura confesso que não teve piada nenhuma!
Posto isto, já acredito piamente na minha mãe quando ela me diz a minha e à minha irmã que não poderia viver sem nós, e por muito aflitivo que isso possa ser para mim, é também representativo de uma capacidade absolutamente fascinante de amar outra pessoa e de valorizar o sentimento, nem sempre fácil de definir, do amor entre pais e filhos. Realmente somos mesmo muito importantes na vida de alguém!
O meu "precalço" fez-me pensar que somos mesmo seres sem qualquer dominio sobre a nossa sáude fisíca, um momento estamos de pé e felizes da vida, noutro estamos no chão a abrir os olhos e a pensar o que raio nos terá acontecido! Percebi também (apesar de já desconfiar) que o amor de MÃE é uma coisa incrível, tão incrível ao ponto de provocar uma reacção também de desmaio na minha progenitora ao ver-me estendida no meio do quarto sem poder fazer nada para evitar! A situação assim contada até parece caricata, agora até já me rio dela, mas na altura confesso que não teve piada nenhuma!
Posto isto, já acredito piamente na minha mãe quando ela me diz a minha e à minha irmã que não poderia viver sem nós, e por muito aflitivo que isso possa ser para mim, é também representativo de uma capacidade absolutamente fascinante de amar outra pessoa e de valorizar o sentimento, nem sempre fácil de definir, do amor entre pais e filhos. Realmente somos mesmo muito importantes na vida de alguém!

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